A difícil missão do Senador Roberto Rocha

O senador Roberto Rocha sofreu ontem uma dura derrota que, em muito, pode inviabilizar suas pretensões de disputar o governo do estado ano que vem.

Atrelado ao governo do presidente Michel Temer (PMDB), o corregedor do Senado perdeu o controle do seu partido, o PSB, em São Luís.

Os socialistas, a partir de agora, estão 100% engajados no projeto de reeleição do governador Flávio Dino (PC do B).

A comissão provisória da sigla na capital era comandada pelo filho do senador, o ex-vereador Roberto Rocha Júnior.

Rocha Jr., por determinação do presidente da executiva nacional, Carlos Siqueira, foi destituído do cargo e o comando passado para o deputado estadual Bira do Pindaré, pré-candidato a deputado federal e aliado de primeira hora de Dino.

A decisão de Siqueira foi um troco bem dado no senador, uma vez que o PSB faz, hoje, oposição ao presidente peemedebista.

Na verdade, Roberto Rocha nunca deteve o controle absoluto do partido. O diretório estadual, por exemplo, é presidido pelo prefeito de Timon, Luciano Leitoa, aliado e apoiador do governador comunista.

O comando da comissão provisória de São Luís foi dada a Rocha quando ele ainda possuía prestígio junto a executiva nacional.

Alinhou-se ao projeto Temer e a reação de Siqueira foi a já relatada

O mandato de Pindaré à frente da comissão vai até o fim do ano. Até lá, é muito pouco provável que o senador reúna forças que o coloquem na condição de brigar novamente pela presidência.

O caminho natural de Roberto Rocha é migrar para outro endereço partidário onde os membros estejam dispostos a abraçar o seu projeto de chegar ao Palácio dos Leões.

Tarefa mais do que difícil.

(Com informações Blog do Glaucio Ericeira)

Uma ideia sobre “A difícil missão do Senador Roberto Rocha

  1. bem feito ele era do PSDB, por interesses próprio, pegou pé na bunda é isso que merece, em ficar mudando de partido, partido é partido, não sou político, mas estou no PMDB, desde 1977, não importa quem faz maracutaia, o partido não tem culpa, e quem não faz.

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